Porque não basta ser celebridade, precisa ser altruísta. Precisa adotar crianças de várias partes do mundo, precisa doar dinheiro para os desabrigados de tragédias mundiais como a do Taiti, precisa estar viajando enquanto acontece um terremoto… Precisa aparecer. E, a partir de 2012, vez ou outra vocês vão ver perfis de celebridades por aqui. Sejam as polêmicas, as nacionais, as internacionais, as maluquetes… Teremos de tudo. Então, como não poderia deixar de ser, começaremos com ninguém mais ninguém menos que ela, Lady Gaga.
Pra começar, o nome da dita é Stefani Joanne Angelina Germanotta, e nasceu no mesmo ano que eu, 1986, na maravilhosa cidade de Nova Iorque, EUA. Atualmente, segundo artigo sobre sua vida na Wikipedia, Gaga é uma das pessoas mais influentes e mais bem remuneradas do mundo. E, não é pra menos, né! A doida é polêmica, toca piano, canta maravilhosamente bem, arrasta multidões por aí e ainda encontra tempo para ser (por que não?) excêntrica. A excentricidade das celebridades conquista o público. Kiss e Ney Matogrosso que o digam!
O nome Gaga é de origem simples: a música Radio Gaga, do Queen. Digno. Digníssimo. Adoro Queen, e pelo visto ela também. Segundo a própria Gaga, no inicio de sua carreira, lá por 2008, ela já chegava ao estúdio cantando Radio Gaga, ao invés até mesmo de dizer “oi”. E, por ser o apelido tão forte, “proibiu” as pessoas de chamarem-na de Stefani. A partir dali era ela. Gaga… Lady Gaga. Dentre seus maiores sucessos, temos Poker face, Just dance, Papparazzi, Bad romance, Alejandro, Born this way e Judas. Mas com certeza ela é muito mais que isso. Gaga é aquela que faz clipe tão polêmico que até o Vaticano tenta intervir. Digamos que Gaga é o Chuck Norris polêmico na música. E eis o que todo mundo mais curte nela! Eu, inclusive.
Não adianta! Gaga é febre mundial. Até que eu fui resistente a ela no começo hoje curto demais. A figura, as músicas e o simples fato de ela animar qualquer noite. Então, amigas leitoras, peguem suas amigas, corram pra boate mais próxima e dancem, mas dancem muito. E, aposto o que for que, sim, vai tocar alguma das músicas dela.
E, se não tocar, a boate não presta.
Estava eu no metrô, lá pelas 22h, voltando do trabalho. Como sempre, na Linha 2 (Subúrbio do Rio de Janeiro), não havia lugar pra sentar. Fiquei próximo a porta, onde haviam ainda mais duas jovens senhoras como eu.
Uma estação após, entra um sujeito, fica ali próximo a nós, ilustres desconhecidas. Saca o telefone da cintura e, possivelmente liga para casa, com voz de poucos amigos.
- Tudo bem? Estou indo pra casa já. Quer que eu leve alguma coisa pra você comer? Tem certeza? Ah, eu fui beber um chopp com fulano, comi uma batata frita, estava oleosa, nem me caiu bem.
E ai ele desliga o telefone. Sem sequer se despedir. Sei não. Pela voz dele e pelas pausas, a dona encrenca não gostou nada da tal escapada do sujeito. Coitada dela se tivesse ouvido a sequencia.
Com a cara de “não estou nem ai que você está puta” ele, sem nem fechar o flap do aparelho já engatou em outra ligação. Agora, com a voz mais suave e um sorrisinho matreiro no canto da boca ele fala:
- Oi, meu amor. Já pegou o metrô? Já. Já. Já estou na linha 2, mas ó… Teu gosto não sai da minha boca. Faz um favor pra mim? Quando chegar em casa, toma aquele banho gostoso, bem morninho e pensa na minha língua… Faz de conta que sou seu sabonete te lambendo daquele jeitinho que você gosta…
Ah, peraí! Sacanagem tem limite!

Sou branca, sou pequena, mas sou transparente?
Começamos a nos entreolhar (eu e as outras duas jovens senhoras), com a mesma cara de estupefação. Se eu estava invisível, tudo bem, mas pra ter tanta alma imperceptível ali, só se eu tivesse feito a passagem…
O cara não parou por ai… Seguiu falando como se o mundo não existisse. No final disso, ele foi atacado de um soluço… Que seguiu o resto da viagem com a cara enfiada no vidro da porta do metrô. Porque praga de mulher pega, mas praga de mulher no coletivo pega muito mais rápido.
E essa vai para as esposas que aguardam os maridos levarem a janta e eles estão se entretendo com franguinhos a passarinho no meio do caminho.
Chega de promessas que jamais vão se cumprir.
Chega de não fazer força para esquecer.
Chega de lembrar do que faz doer.
Chega de se culpar.
Chega de acumular sofrimentos.
Chega de não conseguir se perdoar.
Chega de procurar sarna para se coçar.
Chega de gostar de quem não dá a mínima para você.
Chega de se esconder da vida.
Chega de falsas amizades.
Chega de gente efusiva.
Chega de quem pensa que você é obrigado a ouvir.
Chega de se boicotoar.
Chega de não pegar a força de vontade pela mão.
Chega de deixar a vida passar por você.
Chega.
É tempo de mudanças internas e externas. A hora de faxinar seu coração é agora. Jogar toda aquela tralha fora, tirar o pó que dia a dia vai crescendo, arrumar a casa aí dentro, organizar a sua vida emocional. Pode parecer clichê e uma bobagem sem tamanho, mas é só quando você se organiza por dentro que as coisas começam a andar de vez.
Sua vida anda empacada feito mula? Mude. Troque os móveis de lugar, arrume as gavetas, dê um up no visual, faça um caminho novo, troque a música do seu celular. Dê um basta em gente mesquinha, fofoqueira, que não tem nada de bom pra dizer e infeliz. Se livre dos problemas, pois o que está na nossa mão a gente pode mudar, mas precisamos ter consciência de que nem tudo está ao nosso alcance. Estabeleça metas que você pode alcançar, pois se a gente fica querendo o impossível a frustração cedo ou tarde bate na porta.
Decida o que você não quer mais na sua vida. Esse é um bom jeito de abrir espaço para tudo aquilo que você sonha.
Ou tudo que você nem sabe que deseja.
Recebi outro dia pela Intense por e-mail. O blog da Clarissa é esse, e vale a leitura!
Hoje eu não estou com o menor saco de trabalhar. Hoje é quinta-feira, dia de se preparar para o final de semana. É dia de pensar em depilação até a alma (porque, né, vai que surge bem no fim-de-semana a oportunidade de ir à praia e você está toda cabeluda?!), de curtir o final de semana e pensar em aonde vou beber todas neste final de semana. Hoje é dia de lembranças do que ocorreu no decorrer da semana, dia de correr atrás do prejuízo no que diz respeito a pendências de trabalho, a pagamentos que fiz ou deixei de fazer ou receber… É dia de respirar fundo e começar a pensar na vida.
Aliás, todo dia é dia de pensar na vida. Mas, especialmente numa quinta-feira, véspera do final-de-semana de descanso, de nights e de muitas histórias pra contar.
Sim, porque apesar de o ano só começar mesmo depois do carnaval, temos que começar a planejar. E, como conselho, mesmo quando a gente não pede, é sempre bom, recomendo:
Praia, beijo na boca, sexo, um copo duplo de vodka e energético abarrotado de gelo, uma cervejinha gelada na beira da praia, um camarão frito da praia mesmo (porque cheio de vermes e impurezas da pessoa que faz, por mais cara de suja que a pessoa que vende tenha, é sempre mais gostoso), um sol daqueles, um biquíni lindo e um gatão gostoso a tiracolo.
Desejo que neste ano vocês respirem fundo antes de tomar qualquer atitude. Respirem fundo e pensem sempre “eu posso magoar alguém se eu fizer isso” antes de tomar uma atitude que pode ser prejudicial a você ou a outra pessoa. Desejo, também, que vocês consigam manter a sanidade mesmo depois de uma vida de sexo, drogas e rock ‘n roll ou, apenas de diversão! “Desejo que você tenha a quem amar. E, quando estiver bem cansado, ainda exista amor para recomeçar”.
Desejo que vocês sejam felizes. Não só hoje, como sempre. E que o fim-de-semana de vocês seja perfeito!
Preciso dizer que eu estou completamente apaixonada. Preciso dizer que ele me conquistou. E, perdoem-me os conservadores de plantão que acham que nós somos muito desbocadas, mas preciso dizer que ele é foda. Não há outra palavra que defina Gregory House pra mim.
Enquanto eu escrevo este post estou assistindo (não ao mesmo tempo, claro, mas estou) à metade da terceira temporada, a qual baixei no igualmente maravilhoso Filmes com Legenda. Hugh Laurie, britânico de Oxford, dá vida a um dos médicos mais inteligentes do mundo das séries americanas. House é especialista em diagnósticos, e descobre os maiores mistérios da medicina só com um simples ‘insight’ no fim da série. Cada episódio, de aproximadamente 45min, é cheio de emoções. Já vi casos de amor de irmãos, de culpa, de estupro, de câncer numa garotinha 6 anos (chorei rios nesse!) e tantas outras situações.
É óbvio que House não é Deus. É óbvio que ele é arrogante, como a maioria das pessoas muito inteligentes. É mais óbvio ainda que ele é amargurado por traumas de infância, e de certa forma culpa as pessoas por causa disso. Destrata, fere, sabe bem como ofender. Mas, em contrapartida, é o melhor médico do hospital, e é super respeitado por funcionarios e colegas que, de certa forma, se renderam ao seu jeito louco, ferino e inteligente.
House me levou ao amor e ao ódio. Consigo, em um mesmo episódio, rir, chorar, gargalhar, torcer pra ele se ferrar, torcer pra ficar tudo bem com ele. Consigo enxergar o cara como vilão, quando na verdade ele é o mocinho da história. Ou vice-versa. Consegui ficar feliz ao vê-lo correndo na segunda temporada, e ao vê-lo começar a dar sinais de paixão pela Cuddy, sua chefe e amiga, na terceira temporada. Estou apaixonada. Pela historia, pela dificuldade que ele passa por conta da dor na perna e pelo vício pelo Vicodin, que extermina suas dores, mas que, como toda droga, também o vicia; pelo bem querer (que, claro, se transforma em amor) pela Cuddy desde a primeira temporada e pela sua mente brilhante.
Recomendo. São gargalhadas, choros, sorrisos, um aprendizado gigante sobre a Medicina… Isso sem contar com a atuação brilhante de todo o elenco. Além de Hugh Laurie, contamos com Robert Sean Leonard (Dr. Wilson), Omar Epps (Dr. Foreman), Jesse Spencer (Dr. Chase), Jennifer Morison (Dr. Cameron) e a fofa da Lisa Eldestein (Dr. Cuddy).














