Fofoqueira, eu? Tá doido?

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Quantas vezes você já ouviu isso da boca de uma mulher?! Eu já ouvi várias. E já falei algumas também. Mas, em sua maioria, os “causos” são contados pelas amigas, que têm amigas, que ouviram das amigas ou de suas mães que, por exemplo, a Marina tem um caso com o Ferdinando.

– Não acredito que você não soube disso! Tá todo mundo comentando! Eles saem juntos do trabalho todos os dias.
– Mas isso não quer dizer nada…
– Quer sim. Se não estivessem se escondendo, por que a Marina sairia sempre com a blusa desabotoada até quase nos seios? (Já reparou como um sinal de calor pode se tornar uma coisa enorme?)
– Calor? (Graças a Deus sempre existe uma alma caridosa que lembra que a Marina é uma moça distinta.)
– Ai meus sais! Se você não quer acreditar, ok, mas quem me disse foi a Juju, que trabalha com ela. (Não sei o que é pior! Mentir ou envolver outra pessoa nisso! O que vocês acham?)
– Sério?

E assim começa todo um ciclo vicioso. Todo mundo resolve dizer que viu Marina e Ferdinando no shopping juntos, quando na verdade ele estava em Cabo Frio e ela, em casa assistindo a primeira temporada de Friends em dvd, lamentando porque seu ex-noivo estava no dia anterior no shopping com a atual noiva.

Mas, queridos leitores do Mulheres à la carte, eu me pergunto… E vos pergunto: Por que justo a Marina e o Ferdinando? Essa gente não tem mais o que fazer?

E o pior é que fofoca não é coisa só de mulher não. Experimente colocar um homem na frente da televisão assistindo Leão Lobo ou Sônia Abrão. Meu pai é um exemplo vivo disso. Ele e o namorado da minha irmã.
Se colocarmos dois homens juntos assistindo qualquer programa do dia durante a tarde, à noite eles vão dizer, por exemplo, que aquela menina negra linda da novela das oito e o cozinheiro do outro canal, que já foi casado com uma famosa atriz, estão namorando. E ainda vão questionar o porquê de não saberem de nada.

O mundo é fofoqueiro. As pessoas ganham dinheiro contando coisas a respeito da vida de gente famosa. Por que será que isso acontece? Por que nem sempre isso é verdade? Por que será que somos consumidores de informação muitas vezes mentirosas e maldosas? Não seria muito mais fácil divulgar um blog legal como o Mulheres à la carte? (Imprensa! [Uhuuu!!] Estamos aqui! Aceitamos convites para entrevistas!).

Outro dia eu estava indo para casa depois de um dia de trabalho e precisava passar no shopping. Precisava comprar um dvd para a minha coleção de musicais (O último comprado foi “O fantasma da ópera”) e encontrei uma amiga que não via há séculos:

– Oi, Dani. Como vão as coisas?
– Ótimas, obrigada. E com você?
– Tudo bem. Quem casou foi a Ciça. Lembra dela?
– Claro que sim. Mas, até onde sei, ela casou ainda enquanto estávamos no colégio.
– Não. Não tô te contando a mesma coisa. Tô te contando que ela casou de novo!
– Poxa, que legal! E a filhinha dela?
– Ela tem filhinha?

E pronto. Fiz fofoca sem querer. Agora a outra deve estar pensando que o marido pegou a Ciça com outro cara e não era bem isso que eu queria. Gerei uma fofoca sem querer. A essa altura tá todo mundo pensando que ela é uma puta, quando nem é verdade. Pelo menos não até alguém constatar que era realmente ela aquela que entrava no motel com um moreninho gato que estudou com a gente no colégio.

Mas, também, que atire a primeira pedra quem nunca fez fofoca. Tem quem conte fofoca certa, fofoca errada, tem quem seja dependente de revista de fofoca… Eu tenho amigas que compram toda semana a mesma revista barata de fofoca só pra saber como termina a história do final da revista, que é tipo o “eu, leitora” da Marie Claire (Vocês sabiam que fizeram o livro? Muito legal. Uma colega minha tem.)

Gente, sinceramente. Prefiro mil vezes blogs, mas vou confessar que sou dependente sim, mas de livros (Ou o que eu considero bons livros). Histórias estilo Bridget Jones e Becky Bloom são as minhas preferidas – Até porque, sou uma romântica nata! – e recomendo.
Até porque, “tipo assim, cara” sair da internet – Depois de terminar de ler o Mulheres à la carte, claro! rs – e ler um livro é muito mais válido que saber de fofoca maldosa e mal contada da vida alheia.

Agora, confesso. É sempre muito divertido saber das coisas.
E quem souber de um bom blog que conte coisas de verdade, respeitando todo mundo, me avisem.

Quem disse que não gosto também? Gosto. Mas, claro, tudo tem seu limite.

A GRANDE ESTRÉIA!

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– Toc-Toc-Toc!
– Tem alguém aí?
-(… aí…aí…aí! )
– Bom, pelo visto, só eu e o eco!
– a-ham, a-ham!

Ótimo. Melhor assim. Agora posso falar o q eu quiser, sem ligar prás convenções. Afinal de contas, estou estreando hoje, deveria me apresentar ou… sei lá o q deveria!
Aqui é um espaço só de mulheres.
Vai ser um verdadeiro encontro xerecal! A gente vai poder falar, rir junto, chorar, dar uma de louca, ficar de tpm, dar apoio, sofrer, enfim, poderemos ser nós mesmas.
E uma coisa é certa! Se a gente se espalhar, ninguém nos junta!!

Eu estava pensando em fazer uma análise científica sobre o relacionamento moderno e tals. Pensei em falar de como hoje em dia, as pessoas estão sem paciência prá construir uma relação sadia e tals, mas… quer saber? Vou falar de uma parada que combina completamente com um dia de segunda feira.
Assunto esse que tem cara de segunda meeeeismo-tipo-assim-cara!

Man-gua-çaaaa!

Já reparou em mulher bebendo?
Mulher quando leva jeito prá coisa e em dia de estréia, fatalmente sai merda.
Eu sempre fui chegada numa cana. Pheena, claro! Comecei bicando o famoso e chiquérrimo Sangue de Boi em dia de Natal.
Enquanto todos estavam confraternizando felizes da vida, sem prestar atenção em mim, eu ia lá na geladeira e enchia o copo e tomava de uma golada só, aquele suco de uva delicioso!! Felizmente não tinha conseqüências graves, porque o tanto q eu comia, segurava a onda.

Mais tarde um pouco, quando já tinha permissão para beber, parti pros destilados com toda a força (eu não disse q era pheena?). Do Martini ao Champagne, passando pelo Gim Tônica, fazendo uma graça com a Tequila e finalmente parando na Cuba Libre q é uma coisa de louco. Louca, louca não ficava não. Até o dia q me deu uma dor-de-cotovelo…

Mulher bebendo com dor-de-cotovelo é uma combinação bombástica.
Dar merda, é inevitávelmente o resultado final. E o pior, é q a gente ainda acredita na velha máxima de beber prá esquecer!
Helloooo-u? Se vc está com problema e bebe, ele maximiza né não?!

Por isso, amiiiiga, dona-de-casa, se vc sabe q aquele corno sem vergonha está botando prá foder, literalmente na sua vida, me escute com atenção! Não se entregue a cachaça. Ela só vai piorar as coisas.
Se entregue a Ricardo, a Paulo, a João, a Marcos. Nunca a cachaça.
E de preferência, se entregue a um bom pizzaiolo*.

PIZZAIOLO – Aquele cara q é um mestre na arte da cama, q te pega, te amassa, te espreme, te massageia, depois te levanta com um só dedo (pode ser com outra coisa, Ok?!) e te leva à loucura! Que nem com a pizza!

Se durante a feitura da pizza, vcs quiserem introduzir uma champagne prá acompanhar, tudo bem. Mas vá com calma, q a garrafa é meio grande! Pode machucar.
Enfim, eu só acho q é mais produtivo, beber mesmo, prá ficar ruim (sim, porque se fosse beber prá ficar bom, ninguém bebia – essa piada já está manjadíssima!!!) quando se está feliz, ou quando o problema envolve apenas situações racionais e não emocionais. Senão vc chora, se descabela, aluga a amiga mais próxima e termina sempre abraçada na companhia de um vaso – que não é o plantas! – Hum-hum! Não-não! Lembre-se amiga, vc é como eu! Vc é pheena!! Pheena não faz isso.

Vejo um bando de mulheres passando a imagem equivocada na night, pura e simplesmente, pq de vez em quando resolve beber quando a dor-de-cotovelo está lá latejando. Aí mermão, fode a bicicleta.

Conheço um caso onde a gente visitava um grande amigo e depois de muita birita, drogas e comida farta, neguinho não teve tempo de chegar perto do banheiro, porque este (único da casa) estava ocupado.
Não sobrou outra alternativa, senão vomitar na planta do dono da casa.
Eu vendo aquela cena dantesca acontecendo na minha frente e pensei:
Caraaaalhommmm, o cara também é meu amigo! Como q eu vou esconder q a plantinha dele ganhou uma safra de cevada fresquinha, misturada com lingüiça, costela de porco, frango e uma picanha suculentíssima?!
Agora me digam vcs, tinha necessidade?
Tinha. Ah isso tinha! Ou era a planta, ou era o chão. E não parou por aí.
Pouco antes de irmos embora, a criatura dessa vez, corre à tempo de chegar no vaso. Não fez cagada, mas vomitou de novo.
Só derrota, só mico. E o dono da casa acabou descobrindo, porque se vcs não sabem, fiquem sabendo: Sou daquelas q perde o amigo, mas não perde a piada.
De maneira que rimos os 3, até saírem lágrimas dos olhos.

E outra, a criatura no final da história, ficou bem mas EU voltei dirigindo.
É…



Bom…

felizmente essa história aconteceu com um HOMEM!

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