Sabe o que basta? Querer…

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Senta aqui rapidinho, pega um copo, coloca uma música bacana e vamos conversar. Vamos conversar sobre como você me fez sentir a mulher mais feliz da face da Terra e, como num passe de mágica, perdeu o interesse e sumiu? Porque eu tô até agora tentando entender o porquê de você fazer eu gostar de você e cair fora antes de, eu sei, se apaixonar por mim ou, pelo menos achar que consegue mascarar um sentimento.

Mas, ó, tenha calma. Não estou e nem nunca estive aqui pra você achar que eu sou uma louca desesperada por atenção; não mesmo. Pelo contrário, eu sou independente até demais. Não precisava, claro, ter casado comigo de véu e grinalda, mas também não precisava sumir. Era só ter um pouco de paciência e termos conversado mais do que trocado beijos…

Agora, vou te falar com sinceridade: se aproximar novamente é complicado, mas não é impossível. É humano dizer que sente saudades, que quer ver de novo e que quer voltar a ter uma relação bacana. Quer que as coisas sejam como antes? Faça o convite! Chama pra uma cerveja, um japonês ou um pôr-do-sol na Urca. Chame pra conversar e, quem sabe, trocar mais beijos. Você vai ver que falar não dói, e que um simples sorriso muda o rumo das coisas do dia pra noite.

Desejo que tenha sorte. Nem todo mundo sobrevive a um coração partido, a um futuro quase prometido retirado de si e à ausência do sorriso da pessoa que se gosta. Por outro lado, não é todo mundo que sabe demonstrar por ações diretas assim que quer o que se quer.

Seja bravo. Se não quiser, não cruze o meu caminho. Me deixe aqui no meu canto, curtindo a minha vida, porque mais vale um sorriso no rosto do que um punhal no meu coração.

Apaixonado e Pegajoso

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Sabem o ditado de que todo homem é igual? Balela. Para cada cafa 2.0, de Dani Antunes, tem um sujeito chiclete de Fefê. E, gente, como grudam!  Não importa que eu diga “não vai dar certo”, “dou a você 20 dias da minha atenção, no máximo”. Eles sempre acham que podem ir além.

Dia desses, após um período de proximidade, dei-me a desventura de um chopp para agradecer imensamente a companhia que já não me fazia mais tanta diferença (beijo no ombro).  Fui para minha casa, apreciar minha cama (aquela linda) , eis que de manhã, desperto com um barulho sem entender muito o que acontecia. Quando abro a janela, vejo de longe aquele carro de som:

“Eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder sem engano”.

É. Vinha ele, bem vestido, nem tão bem penteado em cima do carro aberto, cantando ao vivo aquela loucura.

Perdeu! Detesto aparecer. Detesto que tomem parte da minha vida, ainda mais na minha rua, com meu filho. Valeu de nada o show.

“Mãe, vai lá e avisa que não estou em casa. Acaba com o showzinho patético.”

Tudo bem. Não sou tão insensível. Lá no fundinho, bem no fundinho, achei que até consideraria a chance que alguém só faria uma loucura dessas tendo certeza real do seu amor ou pelo menos, que é um pouquinho mais que paixão. De repente, quem sabe, dá pra se envolver?  Mas, pensando bem, se você abre as portas, logo vai jogar na cara que fez e aconteceu por você e que você não retribuiu sendo escrava desse amor, submissa, nula, etc, etc, etc.

É. Não estou em casa. Vai lá, mãe…  E leva o machado pra cortar o mal pela raiz

14518cupido

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