A boa filha a casa torna.

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Lá em maio de 2008 eu tive a ideia de fazer um blog voltado ao universo feminino. A ideia era simples: 5 mulheres, uma para cada dia da semana, ia chegar aqui e compartilhar conosco suas impressões sobre a vida de uma mulher dentro de seu cotidiano. Tivemos algumas formações; umas demoraram anos para se dissolver, e outras, nem tanto, mas todas as Mulheres que por aqui já passaram são dotadas de uma inteligência e um humor peculiares – e esse, eu sei, sempre foi nosso diferencial.

Uma dessas pessoas é dona Alê Barros. Eu conheço a Alê pra lá de 10 anos, quando ela tinha esse blog aqui. Há uns 3 anos conseguimos finalmente nos encontrar pessoalmente e sentir na pele o que já sabíamos: nossa amizade é e sempre foi de verdade, bem como o amor e o carinho que sentimos uma pela outra. Coisa de alma mesmo, que nem mesmo  a gente sabe explicar. 🙂

ale-e-eu

Alê é dona de um humor maravilhoso, e tem o dom de escrever brilhantemente, tanto em prosa quanto em poesia. Nessa nova formação/fase, teremos algumas divisões aqui e vocês vão vendo conforme formos escrevendo ( agora religiosamente dia sim, dia não, com o fds de folga pq merecemos! rs).

Enfim… Como ela está numa fase fit maravilhosa e vive compartilhando seus causos no Facebook desde que extinguiu o antigo Caraminholas (May it rest in peace! <3) ainda com seu humor peculiar, pedi a ela que trouxesse para o blog as desventuras na vida de academia, o que se passa nesse universo, o quão é complicado passar por esse período de transição de dieta, o quão delicioso é ficar lindamente maravilhosa como ela… enfim, a lista é enorme, e a organização fica a critério dela!

Alê, amiga, seja muito bem vinda de volta! Que você seja feliz aqui de novo, e na vida. Fico feliz demais de ter você de novo aqui! 😉

O próximo post, obviamente, é dela. Mas, quem quiser ler mais, pode ir atrás da página dela no Facebook, a Quatropontocinco! :*

Betty e Lou

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Para ler ouvindo Betty e Lou – Roupa Nova

Mas, gente… Ando numa vibe tão “Betty-Lou”. Sabem aquela do Roupa Nova (vejam bem como estou démodé): Betty só depois do casamento, Lou me ama até no elevador?! Não. Não tem nada a ver com mudança de opção sexual. Imaginem ai um Fulano como Betty e um Beltrano como Lou, por falta de uma canção masculina que retrate tão bem este momento.

Era uma vez (Rá, inverti a narrativa), um sujeito gente boa, família, apaixonado, companheiro, guerreiro sempre disponível a enfrentar qualquer batalha com você e por você. Em quem você não só se apoia e conforta, como pede a todos os anjos, santos e o próprio Deus para se apaixonar perdidamente, mas não consegue.

Do outro lado do ringue, o cara que te faz rir. Sei lá de quê. Até de desastre de trem. Mal você balbucia uma resposta e lá vem ele traduzindo em três idiomas exatamente aquilo que se espera, que se sente, que se pensa. Ah, esse dom de transformar em pequena qualquer grande tsunami! Mas como herança tantas complicações… Que é melhor afastar pensamento e nem se jogar neste sofá!

Me poupe dos comentários: Mulher só gosta de homem canalha e Mulher gosta de apanhar. Esse não é, nem jamais foi meu caso. Simplesmente é uma questão de química e momentos diferentes da caminhada. Fulano é muito mais disponível no sentido ter menos compromissos na vida e, é justamente esta inexperiência que tira dele o efeito “surpresa”. Ah, como eu gosto de KinderOvo!



Olha como são as coisas, né?! A incrível sociedade monogâmica ocidental diz que você não pode ter o melhor dos dois mundos. E como já se tem compromisso com Betty, melhor rir da Lou, mas sem olhar em seus olhos. Vai que te entrega?! Vai que teu olhar diz “Vem que estou te esperando?!”

Na real, nem estou esperando. Sei onde está “a fria” dos dois lados e nestes lados, me mantenho quentinha ao lado de Betty. Ou então, chama ai o rei Salomão e gritem: Vamos dividir esta insana ao meio. Quem abrir mão será o dono do coração da donzela…

Donzela?

Oh, produção, não tem jeito melhor de determinar isso aqui, não?!

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